A importância da boa comunicação no segmento saúde

O ano era 1986. Eu acabava de ser contratada por uma pequena agência de assessoria de imprensa para atender diferentes contas, entre elas quatro da área de saúde. Estava no terceiro ano de jornalismo e, naquela época, assessoria de imprensa não fazia parte do currículo em 99% das poucas faculdades de jornalismo de nosso país. Porém, tive a sorte de estar cursando a Universidade Metodista do Estado de São Paulo. Lá fui apresentada à essa atividade, e me encantei.

Antes disso, passei por algumas redações, como um pequeno jornal de bairro, a Gazeta de Vila Prudente, pelo Estado de S. Paulo e Veja, sempre como aprendiz, ou foca, como é conhecido o iniciante das redações. Tive também uma breve passagem pela TV, mas não gostei.

Lá estava eu contratada para atuar na comunicação corporativa. Era um grande desafio.

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