A importância da boa comunicação no segmento saúde

O ano era 1986. Eu acabava de ser contratada por uma pequena agência de assessoria de imprensa para atender diferentes contas, entre elas quatro da área de saúde. Estava no terceiro ano de jornalismo e, naquela época, assessoria de imprensa não fazia parte do currículo em 99% das poucas faculdades de jornalismo de nosso país. Porém, tive a sorte de estar cursando a Universidade Metodista do Estado de São Paulo. Lá fui apresentada à essa atividade, e me encantei.

Antes disso, passei por algumas redações, como um pequeno jornal de bairro, a Gazeta de Vila Prudente, pelo Estado de S. Paulo e Veja, sempre como aprendiz, ou foca, como é conhecido o iniciante das redações. Tive também uma breve passagem pela TV, mas não gostei.

Lá estava eu contratada para atuar na comunicação corporativa. Era um grande desafio.

Primeiramente, porque alguns jornalistas de redação não respeitavam o papel do assessor de imprensa – era isso que se falava. Mas confesso que nunca fui maltratada pelas redações e, muitos jornalistas até me indicaram para importantes trabalhos que desenvolvi ao longo da minha longa carreira. Paralelamente, também fui redatora de revistas customizadas focadas em especialidades médicas/saúde/comportamento.

Muito anos mais tarde, fui indicada para um curso lato sensu em Jornalismo Científico com foco em medicina/saúde. Aceitei. Foi de grande importância. Nesses meus mais de 25 anos atuando como assessora de comunicação na área de saúde, aprendi que divulgar o tema saúde – seja para o público leigo, para profissionais da área ou mesmo possíveis investidores – requer, além de conhecimento nas importantes ferramentas de comunicação, conhecimento da especialidade ou técnica ou medicamento ou evento da área trabalhada. Mais do que isso, é preciso cuidado no que se divulga, pois qualquer informação distorcida pode gerar não só uma crise para o assessorado, mas para a população.

Imagine uma divulgação que diz que a mamografia pode causar câncer da tireoide! O que foi, inclusive, divulgado há um ano. Ou então, que basta tomar o chá yz para se livrar de possíveis AVCs?!

Não. O Assessor de Comunicação precisa ser cauteloso e saber como divulgar o tema. Sempre procurei – e trabalhei e trabalho – com renomados nomes da medicina brasileira e sociedades médicas/saúde reconhecidas pelos seus trabalhos em pesquisas e envolvimento com a conscientização tanto do profissional como da população. Conhecimento é tudo!

Saúde/comportamento sempre causa frisson e pode gerar polêmicas. O papel do assessor de comunicação – pelo menos em nossa agência – é atender aos jornalistas e diferentes públicos do nosso assessorado com responsabilidade, sem gerar qualquer desconforto ou “cavar” uma pauta a qualquer custo.

Outro ponto importante, sempre digo aos nossos colaboradores que podemos entender de comunicação, mas o assessorado entende do seu negócio, por isso a importância de ouvir as necessidades de nossos clientes e indicar os melhores caminhos.

Também zelamos pela informação completa, que deve ser passada no Press Release, mas, acima de tudo, quando um jornalista liga para saber mais, ele, certamente, encontrará um profissional afiado no tema, que poderá responder quaisquer questões levantadas. O jornalista tem que se sentir seguro com a informação que passamos sobre os nossos clientes e isso só é possível se estudarmos todos os temas e questões que possam ser apresentadas pelas nossas fontes.

É assim que trabalhamos na Ágora Escritório de Comunicação!

O nosso foco é a conscientização dos diferentes públicos sobre o tema trabalhado e é aí que entramos com Plano Estratégico. Sem ele não é possível desenvolver nenhum trabalho assertivo.

Nosso atendimento é feito do começo ao fim de qualquer processo pelos seus sócios, jornalistas e relações públicas de formação, mas que ao longo de suas carreiras acrescentaram aos seus currículos novas formações e cursos de aperfeiçoamento.

Quer sabem mais sobre como trabalhamos?

Agende um bate papo!

Eu, pessoalmente, irei atende-lo!

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